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A sua
carreira continuou na rota do sucesso tendo no ano seguinte
participado no Campeonato do Mundo FIA GT, 24 Horas de
Daytona, Campeonato Espanhol de GT e European Le
Mans Series.
Foi ainda
piloto da Equipa Paco Orti Racing na ELMS que
ganhou a Porsche Privateers World Cup, Taça entregue pela
Porsche para a melhor Equipe Porsche privada do Mundo (a
equipe Paco Orti Racing foi Vice-Campeã por Equipes da
classe GT na ELMS).
Em
consequência dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001,
a carreira internacional de Bernardo sofreu um revés, já que
deixou de poder contar com os apoios das empresas americanas que
o tinham apoiado até então.
Em Junho de
2002 Bernardo de Sá Nogueira participou na corrida no
Autódromo do Estoril a contar para o Campeonato
Espanhol de GT, conseguindo um 8º lugar na classe
GTA partilhando o volante com Armando Paes.
Em 2003,
Bernardo de Sá Nogueira alcançou a Vitória,
juntamente com João Pina Cardoso e Rui Leal dos Santos nos
500 Kms do Estoril ao volante de um Renault Clio RS. 1º
Carro de Turismo; 1º Classe 2000 cc; 1º dos Renault Clio e 2º da
Geral.
Em 2004
participa no Campeonato Nacional de Velocidade ao volante de um
Toyota Corolla, incluído na Taça Toyota. Tendo conquistado
vários pódios ao longo da época, chegou à última corrida em
Braga, necessitando apenas de um 3º lugar para conquistar a Taça
Toyota. Nesse fim-de-semana dominou os treinos (record da volta
em 1m30.2s), e liderou a corrida até ser abalroado por outro
concorrente.
Em 2005,
Bernardo esteve ao serviço da Marcos Racing International
(equipa oficial Marcos). Além dos eventos em que participou na
Holanda e Bélgica, esteve presente nas 2 corridas do
Campeonato Espanhol de GT incluídas no Festival Histórico do
Porto, ao volante do Marcos Mantis oficial.
A convite
das respectivas organizações, participou com Jorge Monte Real na
corrida do Troféu Porsche Boxster incluída no programa do A1GP
no Estoril, e na corrida do Troféu Seat Leon incluída no
programa do Campeonato Espanhol de GT no Estoril. |